Notícias

João Otávio de Noronha é eleito para o TSE

sábado, 14 de setembro de 2013
Postado por Gabriela Rollemberg Advocacia
Foto: Arquivo STJ

Foto: Arquivo STJ

O ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça, foi eleito nesta quarta-feira (11/9) pelo pleno da corte para integrar o Tribunal Superior Eleitoral. Ele entra na vaga do ministro Castro Meira, que se aposenta no dia 19 de setembro, quando completa 70 anos. A ministra Maria Thereza de Assis Moura também foi eleita para ser ministra do TSE, na vaga de substituta.

Nas próximas eleições presidenciais, em 2014, Noronha ocupará a Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral no lugar da ministra Laurita Vaz. Por determinação constitucional, o cargo deve sempre ser exercido por um dos membros do STJ que fazem parte do TSE. Como a ministra Nancy Andrighi já foi corregedora, o cargo ficará com Noronha.

O TSE é composto por membros de outros tribunais. São sete ministros: três do Supremo Tribunal Federal, dois do STJ e dois advogados.

O ministro Noronha, que já é substituto na corte eleitoral desde maio de 2013, se sentiu honrado com a eleição, mas reconheceu que enfrentará um desafio. Isso porque,segundo ele, o país vive “um momento conturbado” por causa das contestações públicas ao sistema político vigente. “Vamos enfrentar com firmeza e rigor as irregularidades, prezando por uma eleição transparente”, afirmou.

Ministro do STJ desde 2002, Noronha ingressou no tribunal por meio do quinto constitucional da advocacia. Hoje, é dos ministros mais experientes do STJ. Entre 2011 e 2012, foi o corregedor-geral da Justiça Federal.

Suas principais bandeiras como corregedor foram a segurança dos juízes e celeridade processual. A primeira foi abordada por meio de convênio firmado com o Ministério da Justiça para que fossem cedidos policiais federais a juízes corregedores de penitenciárias ou que atuem em varas de execução penal.

A questão da celeridade foi abordada por meio da tecnologia. O ministro implantou o que chamou de Projeto XXI: depoimentos de testemunhas em casos criminais tomados por meio de videoconferência, em vez de cartas precatórias. A ideia foi reduzir o trâmite burocrático das cartas, que tendem a se tornar desnecessários com o avanço das tecnologias de comunicações.

 

Acesso em 14/09/2013

 

Leia a notícia completa em:
Consultor Jurídico
www.conjur.com.br

 

 

Categoria(s): 
,
Tag(s):
, , , ,

#GRAinforma

Notícias relacionados

qui, 23 de outubro de 2014

TSE homologa acordo histórico que retira ofensas pessoais da propaganda eleitoral

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Dias Toffoli, anunciou, na sessão plenária desta noite (22), a homologação de […]
Ler mais...
sex, 11 de maio de 2018

CJF autoriza levantamento de honorários advocatícios antes de precatório

O Conselho da Justiça Federal publicou ofício nesta terça-feira (8/5) para dizer que os honorários dos advogados podem ser levantados antes da […]
Ler mais...
qui, 18 de maio de 2017

Vice-governador do Amazonas pede divisão da chapa cassada pelo TSE

Por Marcelo Galli O vice-governador do Amazonas, José Henrique Oliveira, do Solidariedade, foi ao Supremo Tribunal Federal pedir a divisão da […]
Ler mais...
qui, 09 de abril de 2020

Planalto não pode impedir isolamento nos estados, diz Alexandre de Moraes

Por Danilo Vital Não compete ao Executivo federal afastar unilateralmente as decisões dos governos estaduais que eventualmente tenham determinado restrição de […]
Ler mais...
cross linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram