Notícias

Parlamentares da base governista apresentam minirreforma eleitoral

sexta-feira, 19 de julho de 2013
Postado por Gabriela Rollemberg Advocacia
Foto Castro Júnior Câmara dos Deputados

Foto: Castro Júnior/Câmara dos Deputados

Com o fracasso do plebiscito, deputados da base aliada, que são maioria, articulam-se para fazer mudanças para as eleições de 2014. A chamada minirreforma eleitoral prevê alterações pontuais.
Algumas mudanças são: autorizar a candidatura de políticos que apresentarem as contas de campanha à Justiça Eleitoral, mesmo que tenham sido rejeitadas; permitir financiamento de campanhas políticas sem apresentação de recibo, com comprovação feita a partir de consulta da movimentação bancária; votos de candidaturas questionadas na Justiça Eleitoral vão para a legenda.
A proposta ainda diminui o tempo da campanha eleitoral e transfere as convenções partidárias, que hoje são realizadas em junho, para os primeiros 20 dias de julho. Para a oposição, o texto está longe de melhorar o sistema eleitoral.
“São aspectos pontuais muito pequenos e constituem um facilitário para o atual sistema e para os atuais partidos da maneira como eles funcionam”, diz o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), líder do partido.
O relator defendeu as propostas. “É a primeira vez que ouvi falar que recibo com carimbo é mais eficaz do que a nota fiscal eletrônica ou a movimentação eletrônica”, diz o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), relator.
A intenção da base governista é que a minirreforma seja votada no mês de agosto. Em outra frente, a Câmara criou um grupo de trabalho com 14 deputados, que terá três meses para elaborar uma proposta de reforma política para valer em 2016. No lugar do plebiscito, eles defendem o referendo, quando os parlamentares aprovam o texto das mudanças e depois consultam a população.
“Serão realizadas audiências públicas, trazer toda sociedade civil, por seus diversos representantes e representações, para debater nesta casa as suas propostas, as mais variadas”, diz o deputado Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara.
Mesmo com projetos importantes a serem votados e com as mudanças eleitorais empurradas para o segundo semestre, os parlamentares aprovaram um requerimento que garante duas semanas de férias no mês de julho. Não haverá votações entre 18 a 31 de julho. A Lei de Diretrizes Orçamentárias, pré-requisito para o recesso, ficou para o próximo mês.
No Plenário, estudantes protestaram porque a Câmara adiou para agosto a votação da divisão dos royalties do pré-sal para saúde e educação.

Acesso em 18/07/2013

Leia a notícia completa em:
G1
www.g1.globo.br

 

 

 

Categoria(s): 
,
Tag(s):
, , , , ,

#GRAinforma

Notícias relacionados

qua, 31 de outubro de 2018

AMB defende decisões que proibiram manifestações políticas em universidades

Por Gabriela Coelho A Associação de Magistrados Brasileiros defendeu, neste sábado (27/10), as decisões de juízes eleitorais proibindo manifestações políticas em universidades […]
Ler mais...
qui, 22 de maio de 2014

STF suspende exigência de autorização judicial para investigação de crime eleitoral

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu cautelarmente a eficácia do artigo 8º da Resolução 23.396/2013 do Tribunal Superior […]
Ler mais...
sex, 05 de abril de 2019

Poder Judiciário lança ação de combate às fake news

Neste 1º de abril (conhecido como Dia da Mentira), as redes do Poder Judiciário iniciam a campanha #FakeNewsNão, que tem […]
Ler mais...
qua, 20 de julho de 2016

TSE divulga limites de gastos de campanha e contratação de pessoal nas Eleições 2016

Foram publicadas no Diário de Justiça Eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral (DJe/TSE) as tabelas atualizadas com os limites de gastos […]
Ler mais...
cross linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram