Notícias

Ministro nega liminares para proibir propagandas de Marina Silva e Aécio Neves

segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Postado por Gabriela Rollemberg Advocacia
Foto: Arquivo TSE

Foto: Arquivo TSE

O ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), indeferiu dois pedidos de liminares em representações da coligação Com a Força do Povo e da candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) que solicitavam a suspensão imediata de propagandas eleitorais das coligações Unidos pelo Brasil e Muda Brasil, que apoiam, respectivamente, os candidatos a presidente Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB).

No mérito de cada representação, a coligação Com a Força do Povo e Dilma Rousseff solicitam que o TSE julgue procedente a ação para conceder direito de resposta não inferior a um minuto correspondente a cada peça de propaganda.

Na primeira representação, a coligação e Dilma afirmam que a propaganda de Marina Silva, do dia 23 de setembro, teria divulgado “fato sabidamente inverídico”, envolvendo a Petrobras. Segundo as autoras da ação, as críticas na propaganda “não se limitaram a tecer críticas de natureza política, fazendo alusão direta à prática de crimes capitulados na legislação penal e relacionando-a ao atual governo petista e à candidata representante [Dilma Rousseff]”.

Já na segunda, sustentam que a propaganda de Aécio Neves, também do dia 23 de setembro, teria veiculado informação supostamente “inverídica, degradante, injuriosa e caluniosa, além de provocar confusão na mente do eleitor, acerca de um suposto investimento na construção de um porto em Cuba por parte do governo da representante [Dilma Rousseff]”.

Ao negar a liminar em cada caso, o relator, ministro Admar Gonzaga, lembra que o TSE decidiu, por unanimidade, em julgamento no dia 9 de setembro, que o exercício de direito de resposta viabiliza-se apenas quando for possível extrair, da afirmação apontada como sabidamente inverídica, ofensa de caráter pessoal a candidato, partido ou coligação.

No primeiro caso, o ministro diz que não verificou, ao menos em juízo sumário próprio do exame de pedido de liminar, e diante do que já foi decidido em outros processos julgados pelo Tribunal, declarações ofensivas ao PT ou à candidata Dilma Rousseff, “mas apenas contundente crítica política, inerente ao debate democrático”.

Quanto à segunda representação, o relator afirma também que não constatou “declarações ofensivas ou veiculação de afirmações sabidamente inverídicas” contra Dilma, “mas apenas críticas inseridas no contexto do debate político”.

 

Acesso em 29/09/2014

 

Leia a notícia completa em:
Tribunal Superior Eleitoral
www.tse.jus.br

 

Categoria(s): 
,
Tag(s):
, , ,

#GRAinforma

Notícias relacionados

sex, 20 de setembro de 2013

TRE-PI cassa diploma de vereador de Campo Grande do Piauí

O Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) cassou, na sessão dessa segunda-feira (16), o diploma de Manoel Rubens de Sousa, vereador de Campo Grande do Piauí, por ter […]
Ler mais...
seg, 25 de julho de 2022

Não cabe ação rescisória por mudança de entendimento posterior, diz STJ

Fonte: Conjur É descabida a pretensão de usar ação rescisória para, sob o argumento da ocorrência de violação a literal […]
Ler mais...
ter, 15 de setembro de 2015

TRE/CE realizará I Encontro de Direito Eleitoral e Ciência Política

O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, através da Escola Judiciária Eleitoral (EJE), realiza na sexta-feira, 18/9, a partir das 8 […]
Ler mais...
qui, 17 de outubro de 2013

Prefeito de Autazes-AM tem o registro negado pelo TSE

O prefeito eleito de Autazes-AM em 2012, Raimundo Wanderlan Sampaio, teve o registro de candidatura negado pelo Tribunal Superior Eleitoral […]
Ler mais...
cross linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram